quinta-feira, 7 de março de 2013

Tudo é transitório

Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflexões a respeito da vida que levamos.
Escreveu ele que pode até não ser verdade. Talvez a História não comprove o fato, contudo, é uma excelente ideia.

Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande procissão pela cidade.
O povo saía às ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a pátria.

Era a honra máxima que um cidadão romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.
Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atrás do seu carro; devia ter enfrentado um exército, no mínimo, equivalente ao seu.

E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um líder é responsável pelos seus liderados.
Entretanto, os romanos, que passaram à História como os símbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a modéstia pessoal.
Como, então, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multidão como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e não se encher de soberba?

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Necessidade de perdoar


Imaginemos a seguinte situação: uma criança é mandada para a escola e seus pais não admitem que ela erre.
Exigem sempre a nota máxima e a perfeição nas ações e no aprendizado. Não concordam, em hipótese alguma, que seu filho possa errar. E fazem cobranças intensas e constantes a esse respeito.
Vendo tal situação, o que pensaríamos? Fatalmente não concordaríamos com atitude tão drástica.
Ao educarmos, percebemos que o erro faz parte do processo de aprendizagem, permitindo a reflexão, a análise e o refazer da ação.
Dessa forma, qualquer um que não tenha a possibilidade de errar, encontraria grandes dificuldades em aprender. Não que devamos ser permissivos com o erro, mas entendendo-o como processo natural de aprendizagem.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Transformando a Terra em jardim

No mundo existem pessoas que alardeiam o que irão fazer e nem sempre o fazem. E outras que simplesmente agem, de forma silenciosa.
Essas são realmente as pessoas operosas e que são úteis à Humanidade, ao planeta.
Recordamos de um empresário bem sucedido, baiano, que adotou o Rio de Janeiro como seu segundo lar, por conta da beleza deslumbrante que o impressionou, quando de uma visita, ainda na juventude.

Por ter nascido no meio rural, convivido com a natureza, incorporou o hábito de separar sementes e mudas e plantá-las onde pudessem crescer livremente.
Tornou-se um autodidata da botânica e sua esposa, Satica, filha de imigrantes japoneses, a ele se aliou.
Em 1993, o casal iniciou o plantio de mudas próprias da mata atlântica, no costão leste do Pão de Açúcar, tendo em vista a carência de vegetação nesse local.

No entanto, não bastava plantar. Era necessária a manutenção. E o casal, então, subia e descia o morro, incansavelmente, retirando o insistente capim colonião, que brotava entre as lascas de pedra, de difícil manejo.
Também carregando água, a fim de garantir a sobrevivência das mudas, principalmente em épocas de estiagem.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que Deus espera de mim

Todas as vezes que vemos alguém celebrar sua formatura em um curso universitário, sabemos que ali está a conclusão de uma etapa de sua vida.
E comemora-se porque é o resultado de muito esforço, dedicação, estudo, renúncia em prol de um objetivo nobre.
Quando ouvimos a apresentação de um grande músico, virtuose em seu instrumento,  percebemos a síntese de anos de dedicação, ensaios, estudos. Tudo para desenvolver sua técnica e sensibilidade musical.
Quando admiramos a apresentação de um bailarino pela sua técnica irrepreensível, ou quando nos entusiasmamos com um atleta pela sua habilidade incomparável, vemos o resultado de quem usou o tempo para se dedicar à arte, ao esporte.
Assim também se dá nos mais variados campos do conhecimento humano. Seja o atleta ou bailarino, o professor ou o arquiteto, sempre alcançam seus objetivos e concluem sua formação, graças ao esforço e renúncia.
Para uns, serão horas infindáveis sobre os livros. Para outros, serão longos momentos de ensaio ou treinamentos a lhes exigir tempo e perseverança.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Exemplos que convencem

Marina procurou o serviço assistencial de uma instituição religiosa.
Inscrita, após a entrevista, começou a se beneficiar da cesta básica, do lanche todos os sábados para si e para os filhos.
O carinho dos trabalhadores da instituição a comovia. Jamais, em toda sua vida, fora tão bem tratada. Chamavam-na pelo nome, sempre, desde o primeiro dia. Tomaram conhecimento das suas necessidades mais prementes e passaram a auxiliá-la.
Os filhos estavam na escola, mas recebiam reforço escolar daquelas pessoas dedicadas.
Freqüentando as palestras, começou a se interessar pelas lições do Evangelho. Lições que ela ouvira em criança, de forma rápida, mas que não dera muita importância. Contudo, ali, naquele grupo, os ensinos eram trazidos de uma forma tão doce e prática que ela começou a incorporá-los à sua vida.
Passou-se um tempo. Certo dia, a vizinha Laura a procurou no exato momento em que ela e os filhos se preparavam para se dirigir à instituição religiosa.
- Gostaria de ir junto com você, nesse lugar que você vai, todo sábado, falou ela.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Dicas para um casamento feliz

O que faz com que alguns casais vivam anos e anos juntos e desfrutem felicidade?
Natural que não seja a felicidade plena e absoluta. Mas uma vida de alegrias, de compartilhamento.
Casais que superam dificuldades as mais árduas e prosseguem juntos.
Os reveses financeiros, a saúde comprometida, os filhos-problema, tudo é enfrentado a dois, de mãos dadas, consolidando sempre mais a relação.
Alguns que não conseguiram manter o próprio relacionamento conjugal, afirmam que, em verdade, isso é resultado de submissão de um ao outro.
Anulação da personalidade. Comodismo. São variadas as explicações.
No entanto, os que vêem se multiplicar os anos na durabilidade de seu matrimônio, têm seus segredos.
Cada casal tem sua fórmula especial. Mas algumas dicas, com certeza, auxiliam.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Novo Ano

Depois do Natal, a grande expectativa. As pessoas se preparam para o Ano Novo.
Segundo Einstein, espaço e tempo são modos pelos quais o homem pensa o mundo, e não condições sob as quais ele vive.

Para ele, o tempo, como é conhecido, não passa de uma invenção.
Nesse sentido, formas e fórmulas para contar o tempo são também invenções humanas, que variaram segundo locais e épocas.
Egípcios e astecas criaram seus calendários, baseando-se no movimento do sol, da lua, nas estações do ano, na alternância entre os dias e as noites.

Nosso calendário é, essencialmente, uma invenção dos antigos romanos. A criação de um calendário com doze meses, cuja duração variava entre vinte e nove e trinta e um dias, data do tempo do segundo imperador romano, Numa Pompílio.
Somente no Século XVI, contudo, entraria em vigor o calendário gregoriano, fruto de uma comissão de estudiosos.

Passando a vigorar inicialmente somente nos países católicos, a partir de quinze de outubro de 1582, hoje é convencionalmente adotado para demarcar o ano civil, no mundo inteiro.
Assim, quando se aproximam os derradeiros dias de um ano, os homens se preparam para um novo.