Toda vez que o Natal retorna, Sua figura é lembrada com maior vigor.
Alguns permanecem na tentativa de negar-Lhe a existência, afirmando que
tudo é fruto de lenda.
Outros, que na Sua existência acreditam, perdem-se em datas e números, tentando descobrir quando Ele verdadeiramente nasceu.
O que se sabe é que até o Século IV, os cristãos do Mundo comemoravam
o Seu natalício em diferentes meses e dias, motivo pelo qual a Igreja
optou por determinar a data de 24 de dezembro, a fim de que todos os
Seus seguidores se unissem para o mesmo evento, como um único coração.
Estranham alguns que tudo que se refira à figura humana do Cristo
seja tão obscuro. Não se sabe com exatidão quando e onde nasceu, quase
nada se tem a respeito de Sua infância e adolescência.
Mesmo após a Sua morte, não nos legou senão uma tumba vazia, tendo desaparecido Seu corpo, sepultado em lugar ignorado talvez.
Exatamente porque, desde o primeiro dia entre nós Ele, Jesus,
insistiu em afirmar que a mensagem é mais importante do que o homem.
Contudo, algo existe em torno do qual ninguém discute, todos se
irmanam. Ele legou à Humanidade o mais belo tesouro de todos os tempos: a
lição do amor, o amor por excelência que foi.